21/04/2011

Sou Instrumentista, Educadora Musical e Pós-Graduanda no Curso de Educação Musical pela Faculdade Cantareira. Este blog tem por objetivo registrar novas experiências e aprendizados. Convido-o também a visitar o blog cujo link encontra-se à direita,  em “LISTA DE LINKS”. Este último contém experiências e atividades realizadas com meus alunos.

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Relato da Aula 03 – Prática Instrumental Orff

05/06/2012

Atividades: nesta aula assistimos a um trecho de um documentário sobre Orff, alguns pequenos vídeos de aulas ou do curso de Verão sobre a metodologia Orff e tocamos um pouco.

Comentários: Não tinha ideia da “avareza” do Orff! foi para mim uma surpresa. Mas pensando melhor, todos esses grandes “gênios” da música tinham algo de peculiar mesmo…Basta lembrarmos um pouco dos grandes mestres como Mozart, Beethoven, Tchaikovsky e tantos outros! Talvez alguém tão genial como eles não pudessem ser pessoas comuns mesmo! Acho que não caberia!!! E tudo isso me fez pensar – logicamente em outra proporção – na pessoa que meus alunos veem em mim. Quão amarga ou doce sou para eles? E quão amiga e parceira? Isso foi para mim um chamado de atenção! Achei também muito interessante descobrir que a prática corporal é tão importante em sua metodologia. Acreditava que a questão instrumental tinha maior importância. Na verdade, elas se complementam! Adorei tocar em grupo, acho a sonoridade dos metalofones muito bonita.  Obrigada, Enny mais uma vez por nos proporcionar conhecimento e prazer!

 


Relato da Aula 02 – Prática Instrumental Orff

29/05/2012

Atividades: Nesta aula dançamos em grupo e fizemos várias atividades com o instrumental Orff (xilofones), entre elas “ostinatos / solos”, exercícios utilizando pentacordes, etc.

Comentários: É muito gostoso trabalhar com os xilofones. Seu som é marcante mas ao mesmo tempo tem uma suavidade que não cansa o ouvido. Com exercícios simples é possível fazer música de maneira agradável e rica: trabalha-se o ritmo, a pulsação, a melodia, a frase, a ideia musical, o senso estético e principalmente o exercício da improvisação que possibilita que conecxões cerebrais aconteçam de maneira tão rápida e ajudam no desenvolvimento musical como um todo. Cada vez mais creio na importância da improvisação presente em todo o processo de educação musical, desde a primeira aula. Todas as dificuldades que já tive e que ainda tenho (mas que venho vencendo aos poucos) não quero que meus alunos tenham, quero muito ajudá-los a serem mais “livres” diante da música. Leia o resto deste post »


Relato da Aula 01 – Prática Instrumental Orff

22/05/2012

Atividades: Nesta aula fizemos exercícios corporais e começamos exercícios de prática instrumental Orff.

Cómentários: Achei tudo muito interessante. A aula começou com uma música deliciosa! Era pra dançar. Realmente contagiante. Brincamos de “sombra”, de copiar o amigo de lado, de frente, de várias maneiras. Uma delícia. Em seguida começamos com o aprendizado do instrumental Orff. Começamos com as baquetas: como segurar, como tocar. Brincamos de “escravos de jó”. Adorei! Me diverti tanto que até me atrapalhei algumas horas! A Enny propôs que falássemos nomes de frutas e foi uma confusão! Fizemos muitos exercícios interessantes sobre o manuseio das baquetas e o toque das teclas. Fizemos música: bordões, nota pedal, passeio no teclado, improvisação! Realmente, gostei muito. Leia o resto deste post »


Resumo Geral das aulas – Didática da Prática Instrumental – Flauta

08/05/2012

Durante as aulas de flauta fizemos várias atividades musicais, as quais podem tornar a aula de música muito mais completa, interessante, prazerosa e proveitosa. A seguir um breve resumo das atividades: Leia o resto deste post »


Relato da Aula 01 – Brinquedos e Brincadeiras: Música e Ludicidade

24/04/2012

Atividades: Nesta aula tivemos o prazer de vicenciar algumas brincadeiras com Estêvão Marques e Chico dos Bonecos: jogo de copos, jogo melódico e rítimico com nomes, jogo de mãos, estória inventada, entre outros.

Comentários: Mês passado fiz um curso com o grupo Música e Movimento e o Estêvão participou ministrando uma oficina. A grande maioria dos jogos e brincadeiras que ele ensinou na oficina foram os mesmos que ele fez conosco na pós-graduação. Mas de qualquer maneira valeu e foi gostoso e divertido refazê-los. Uma dica muito boa que vou utilizar é a de usar palavras para facilitar o aprendizado de qualquer ritmo ou gesto. Fizemos jogos de coordenação motora e as palavras ajudaram MUITO. Valeu!


Relato da Aula 06 – Didática da Prática Instrumental Flauta

17/04/2012

Hoje foi nossa última aula com a Claudia. Fizemos várias atividades com lenços, em roda, com a flauta, com o corpo, enfim…. toda a proposta diversificada e interessante que deve ter uma aula boa aula de educação musical. Tivemos um breve bate-papo sobre as aulas e todos concordam que foi muito bom! Valeu Claudia!


Relato da Aula 03 – Pesquisa Sonora e Improvisação

17/04/2012

Atividades: Nesta aula improvisamos com instrumentos em solos, duos, trios, pesquisamos sonoridades convencionais e não convencionais e fizemos “música” contemporânea “ao vivo”.

Comentários: A Enny fez uma frase ostinato na flauta. Aos poucos, cada um no seu instrumento foi repetindo e memorizando. Quando todos já sabiam a frase começou de fato a “brincadeira”.  Em grupos alguns faziam a frase, outros faziam outros sons, conversando, brincando, pesquisando. No meio de toda a conversa houve improvisos solos, duos, trios. Em algumas propostas ela dava regras mais fechadas e em outras, regras mais abertas.  Quando as regras eram mais fechadas, não deu certo na primeira vez. Acredito que pela ansiedade do grupo em “tocar” o seu instrumento. Houve falta de paciência e do silenciar. Quando o jogo foi repetido após a discussão do grupo,  já saiu bem melhor, com as pessoas mais atentas às regras. Achei bem interessante e gostei do resultado sonoro. Os timbres variados deu um efeito bem bonito. Tínhamos violões, baixo, flauta doce, flauta transversal, xilofone, piano, berimbau, entre outros. Não tenho a menor dúvida que o jogo de improvisação e a pesquisa sonora deve figurar nas aulas de educação musical. Ajudam muito o aluno a criar intimidade e amizade com seu instrumento, a se soltar, a se arriscar. A educação tradicional não valoriza essa experimentação, pois busca um resultado puramente estético. Que bom que muitos profissionais da área já sabem que improvisar é uma atividade muito séria. Gostei muito deste módulo! Obrigada Enny!