Relações entre os textos: “A psicologia e o mestre” (Vigotski), “Aprender” (Fuganti), “Fora” (Cristina Mussi) e ” Sala de Aula” (Julio Groppa)

Pontos de intersecção entre os textos:

– Aprendizado – aprender o que pode o pensamento e o corpo, o aprendizado criativo, no qual o professor não deve passar os conhecimentos de forma acabada, mas educar a habilidade para que o educando adquira conhecimentos.

– Experimentação – como realização de um desejo, um lançar-se fora de si, um despertar, um caminho para o aprendizado criativo. “O criador é sempre da espécie dos descontentes”.

– Superação de Paradigmas – está ultrapassada a ideia que o professor é o produtor e detentor dos conhecimentos, assumindo o papel de “todo-poderoso”. Ele é pois um organizador do meio onde atua. O próprio aluno se educa, só a vida educa.

– Comunidade escolar – o coletivismo, o dinamismo, as diferenças presentes nas relações são fundamentais para o desenvolvimento humano, sem se abster da vida lá fora.

– Autoritarismo – não basta seguir a cartilha: conhecer o seu objeto, um programa e saber gritar em casos difíceis. O educador racional nunca educa. É preciso ser alguma coisa além de mestre. O educador deve seduzir, envolver, ao invés de exigir o silêncio, motivar a concentração.

– Sala de Aula – “Dentro: inclusão; Fora: exclusão. Sala de aula não é lugar, mas ocasião.” O professor de verdade não está só preocupado com os conteúdos que precisa ensinar, mas com as inquietações humanas, as alegrias e as obrigações da vida.

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