Fichamento texto – O sentido dramático da aprendizagem

O sentido dramático do ensinar e do aprender – Madalena Freire

“Um sonho que se sonha só, é só um sonho; um sonho que se sonha junto, é realidade.”

  • É da falta que nasce o desejo, somos movidos pelo desejo de crescer, de aprender e nós educadores, também de ensinar;
  • O educador deve saber de fato ver, escutar e falar: ver é observar, olhar o outro e a si próprio, buscar o significado do desejo, ler desejos,  buscar sintonia com o outro. Escutar envolve receber o ponto de vista do outro. Falar é buscar comunicação com o outro, é comunicar um desejo;
  • O educador deve buscar cotidianamente reavivar a chama do desejo: seu e de seus alunos;
  • Desejar que tudo está bem, equilibrado, sem conflitos, sem diferenças, é um “desejo de morte”;
  • Paixão alegre, desejos de vida dão muito trablaho porque são gestados no conflito, nas diferenças, no heterogêneo, no desequilíbrio, no choque do velho e do novo, na mudança, no caos;
  • Estar vivo é estar em conflito permanentemente;
  • Estar vivo é assumir a educação do sonho cotidiano;

Ingredientes do ensinar – Madalena Freire

  • Toda ação educativa tem o gume da intervenção, do encaminhamento e da devolução;
  • Esses três ingredientes podem ser exercitados em diferentes linguagens: verbal, plástica, gestual, musical.  É importante o exercício do “pensar sobre”;
  • O sujeito é uma totalidade;
  • Todo educador ensina e enquanto ensina aprende a fazer suas intervenções, encaminhamentos e devoluções.

Saber fazer e saber ser: o equilíbrio na prática educativa – Fátima Camargo

  • Ensinar é o alvo de qualquer escola, seja ela autoritária, espontaneísta ou democrática;
  • O processo de ensino aprendizagem é também um processo de criação, o educador tem uma responsabilidade como mentor da prática, como coordenador do processo;
  • No processo de ensino há que se ter clareza sobre a importância do trabalho em ambas as frentes, matéria e sujeito, simultaneamente;
  • Quando se doa conteúdos do ensino, antecipando-os, se inibe no outro toda possibilidade que teria de construí-los, também por si mesmo, é preciso deixar que o outro pense;
  • Observar é estar ao mesmo tempo atento ao grupo e a cada um individualmente;
  • O aluno deve ser “provocado” a todo tempo com intervenções adequadas feitas nos momentos adequados;
  • Quanto mais consciente se fizer o ato educativo, mais consistente será o seu produto.

Pensar – Madalena Freire

  • Pensar envolve duvidar, perguntar, questionar;
  • Ao pensar, exercitamos operações mentais como: Comparar, observar, interpretar, classificar e sintetizar.
  • Tarefa do educador é possibilitar atividades sistemáticas em diferentes linguagens;
  • As operações de pensamento se intercruzam e uma desemboca na outra, possibilitando o exercício e a apropriação do nosso pensamento: construção do sujeito autor, sujeito do conhecimento.

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