Resumo – Pontos importantes de nosso breve estudo sobre o Pensamento Complexo

  • Complexidade quer dizer “tecido em conjunto”. Corresponde pois à multiplicidade, ao entrelaçamento e à contínua interação da infinidade de sistemas e fenômenos que compõem o mundo natural
  • Não importa o quanto tentemos, não conseguimos reduzir essa multidimensionalidade a explicações simplistas
  • A complexidade só pode ser entendida por um sistema de pensamento aberto, abrangente e flexível
  • Para entender meu aluno tenho que me emaranhar com ele
  • A complexidade combate a inteligência cega: a que fragmenta, que não considera todos os fatores, que reduz
  • Nosso sistema cultural exclui a complementaridade e a diversidade
  • O modelo mental cartesiano é insuficiente para resolver problemas humanos em que participam emoções e sentimentos
  • O que chamamos de racional é o resultado de nossas percepções: “penso, logo existo
  • Damásio disse que o correto seria “Sinto, logo existo”
  • Precisamos aprender a harmonizar razão  e emoção – não deve haver supremacia de uma sobre a outra
  • Os argumentos racionais são úteis mas insistem em permanecer lineares, excludentes,  “é isso ou aquilo”, não consideram o diferente, não respeitam a diversidade
  • O pensamento linear não se sustena sem o sistêmico e vice-versa
  • O pensamento complexo resulta da complementariedade das visões de mundo linear e sistêmica
  • No pensamento complexo tudo está ligado a tudo
  • O pensamento complexo permite aperfeiçoar as comunicações e as relações interpessoais
  • Não se pode ter um olhar reducionista sobre nada, tudo é complexo em sua natureza
  • O todo é mais do que a soma das partes; o todo não poderia existir sem as partes e estas não poderiam existir fora do todo
  • Mudar um paradigma exige mudança de atitude, de consciência
  • Produzimos a sociedade e somos produzidos por ela: o professor é também uma das partes desse grande todo social, carrega em essência a mesma cultura do aluno
  • Um questionamento: “Quem são todos esses outros que vivem em mim?”
  • Educador e educando: uma relação essencialmente humana
  • Valores necessitam ser resgatados e a fé no futuro reconstruída
  • Sujeito e objeto não podem seguir dissociados
  • A falta de um olhar complexo sobre o currículo impediu de ver o quanto de humano e biológico pode existir no exato e vice-versa
  • O todo é mais que a soma das partes, totalidade quer dizer o todo está na parte e a parte está no todo
  • A Era do sujeito: estamos buscando o novo, o integrado, ainda que com todas as nossas incertezas, mitologias, sonhos, desejos, medos, subjetividades, razão, loucura: um sujeito noosférico (a esfera das coisas do espírito, o espaço do ser interior, profundo)

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